O princípio básico da modelagem nas organizações é descobrir o que os funcionários de melhor desempenho fazem diferente dos seus colegas e transferir essas habilidades para todos.

Saiba mais sobre o surgimento desta técnica aqui.

 

O projeto de modelagem possui, em linhas gerais, as seguintes fases:

1. Preparação: Entrevistas preliminares com o objectivo de identificar a finalidade e as evidências mensuráveis para a conclusão bem sucedida do projecto. Selecionar as características e competências mais úteis a serem modeladas, bem como os colaboradores (modelos) a serem modelados, os parâmetros do projeto, orçamento e plano de ação.

 

2. Coleta de informações: Acompanhar e estudar cada um dos colaboradores (modelos) no contexto em que usam as suas habilidades. Da mesma forma, uma amostra de colaboradores com desempenho médio também serão igualmente estudados no mesmo contexto para comparação. O tamanho desta amostra depende de empresa para empresa.

 

3. Construção do modelo: Análise comparativa e contrastante para identificar as diferenças, o que resulta na construção de um modelo de comportamento efetivo e de processos mentais específicos. Tiradas as conclusões, o modelo é simplificado para o mínimo de componentes ao mesmo tempo que os resultados são mantidos – descobrindo a diferença que faz a diferença.

 

4. Teste: Aplicar o modelo aos colaboradores seleccionados, observando e mensurando as melhorias de resultados. O modelo é então refinado e documentado.

 

5. Transferência: Nesta última fase, o desfecho do projeto depende da finalidade estabelecida. Normalmente, os resultados são utilizados para transferir as habilidades dos colaboradores de alto desempenho para que os outros se beneficiem, para produzir o perfil de um funcionário de alto desempenho típico a ser utilizado como parte do recrutamento e seleção, ou para reciclar os treinadores da organização .

 

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